quinta-feira, 10 de março de 2011

Black Swan


Acabei de assistir o filme cisne negro aqui no computador. Não sei por que mas a legenda não apareceu. Tive que assistir o filme em inglês e tentar entender alguma coisa. Pra mim o ponto principal do filme é o limiar entre a realidade e a fantasia ou a sanidade e loucura. Se a gente procura se aventurar em encontrar o limiar entre esses dois é possível que acabemos por confudir, misturar os dois. Associado a isso acrescenta-se uma mente perturbada, seja pela obsceção intransponível dos nossos limites físicos e intelectuais ou ainda problemas de ordem neurológica, chegamos então, auge da nossa loucura. Já não é possível saber o que é verdade, o que é ilusão.

terça-feira, 1 de março de 2011

Poesia


Poesia Minha
Poesia via de 
paixões e emoções.

Poesia, triste dia
em que desaparecia,
de minhas inspirações.

Poesia minha,
fia, das entranhas
do escritor.

Poesia, Ó Poesia,
por que repudias
a minha infeliz
alegria?

Poesia, dolce Poesia
que roubas parte
de mim, ao te 
fazer caligrafia.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

JPE 17

Dos desejos, o teu desejo
puras rosas e rolhas
como fortaleza.
Por que me roubas
os meus devaneios?
Quando súplico de 
desejo e quero
revelar-te através
de meus escritos.
Brilho suave e toque
inefável, de pontas
de dedos sobre
a tua pele.

Sobre a Sandra


Sandra sobre a sombra
Sombra sobre a Sandra
Sandra sombra sobre
Sobre sombra Sandra
Sobre Sandra á sombra
Sombra Sandra sobre
Sombra, sombra, sombra
Sandra, Sandra, Sandra

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ensaio

Onde estais assim amuada
Corpo travado, cara amarrada.
Brilho na noite de teus olhos
cintila.
Teus lábios entre abertos
caminho certo, gozo que
se inicia.
Carícia permanente no teu
manto quente.
Relevo no qual se delicia.
Solta as amarras de tua alma.
Defundi tua essência no ar.
Me envolve com teu extrato
A cama é o castelo de se
Amar

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Insólito

Dificuldades de Amar.
Mágoas no ar.
É tudo que você
Sabe  proclamar.
Por que se esvazias?
E deixar que uma
Crescente amargura
Tome conta de si,
Tomando conta de mim?
Lança-te na aventura
De Amar e já te acovardas.
A querer mitigar teus
Selos.
Tomas, um ar lúgubre
E mordaz..
Se constróis a grande
muralha
isolas –te e não
Recebes  as rosas
De teu servo e amado
Libertas a grande Fenix
De tua alma
Fa-la alçar vôos longínquos
Com grande envergadura
Como cabe a medida de tua
Paixão.
Pois teu Amor é tão
Forte quanto a morte
E tão suave quanto
A canção de um anjo

União Astral

Através da noite
os perfumes das almas
exalão seu doce e
suave odor.

Difunde opúsculo
dialogal envolvente.

Cresce vertiginosamente
no compasso da proximidade
de suas essências.

E gravitam plenamente
Numa colisão.
numa união
de duas energias,
dois sentimentos,
como mundos
em fusão

E irradiam suas tranformação
em seiva à todos.