No Parque...
A vida...
O parque da vida.
Calderão de emoções
mistura de duas porções
posições, ações...
Pura sensações.
De olhares em festa
Vozes trocadas,
semeadas ao vento
suave, brisa de verão.
Corpos que se aproximam
num afago...
Cuidado com a essência
do outro.
Num comtemplar o
universo proximo
ao nosso redor
E a fogueria de emoções
e sentimentos nos incendeiam
e irradiam nas imediações
flutuantes, fazendo tudo
ter sentido...
E todo parque Orquestra
para nós..
terça-feira, 20 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Caminhar
Símbolos perdidos
insignia da devoção
castelo em ruinas
Ouro de tolo
soprado ao vento
pulverizado
Marcha da solidão
em tons de cinza
vulcanizam as paisagens
na alma
E a escuridão
se faz presente
É preciso caminhar
mesmo que devagar
Em busca da luz
que insiste em silenciar
insignia da devoção
castelo em ruinas
Ouro de tolo
soprado ao vento
pulverizado
Marcha da solidão
em tons de cinza
vulcanizam as paisagens
na alma
E a escuridão
se faz presente
É preciso caminhar
mesmo que devagar
Em busca da luz
que insiste em silenciar
segunda-feira, 12 de março de 2012
Isquemia
Cato os cacos da vida
perdida nas elucubrações.
Diva fórmica,
cutelo da alma.
Passos deslizantes.
Feitor do tempo.
Trago pungente.
Fixa pipa,
Idéia fixa,
Trinca perdida.
Esta escuridão finda...
Atalhos do pensamento.
sexta-feira, 9 de março de 2012
O Sofá
Aqui no teu lugar.
O safá, vazio esta
de tua presença...
Quieto e frio, canto nú.
Lugar de conversar,
De amar, sim de amar.
A penumbra da tarde
decai, e recai a última
cetelha de luz,
que rebrilha difusamente
numa proximidade,
rente a textura felpuda
que lembra um monte...
E a fragância do amor,
ainda se faz presente,
como um presente
do passado.
O safá, vazio esta
de tua presença...
Quieto e frio, canto nú.
Lugar de conversar,
De amar, sim de amar.
A penumbra da tarde
decai, e recai a última
cetelha de luz,
que rebrilha difusamente
numa proximidade,
rente a textura felpuda
que lembra um monte...
E a fragância do amor,
ainda se faz presente,
como um presente
do passado.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Lembrança Molhada
Caminhando pelas ruas úmidas
O tempo úmido
As nuvens choram
Entre os espaços contíguos..
Surge...
Surge, a tua presença
Que reluz entre
cada pensamento
que se pronuncia
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
No momento
A pouco fui acometido de um profundo sentimento que consiste num misto de saudade, tristeza e angústia. Procurei o vulto de sua presença, como quem busca o aroma de um perfume que se espalha pelo ar. Naveguei nas imagens e esperanças que do passado emergiram, povoando minha mente de lembranças consistentes, de uma premência quase real. Senti minha alma se diluir e misturar, ao mesmo tempo que quisera evaporar tal qual um gás liquefeito. Há um dilema entre sumir e envolver. Um sentimento que se desdobra em dois lados de uma moeda. Como diz o poeta: " a mão que acarecia é a mesma que apunhala..." A força que faz amar é a que derruba as encostas.
Desse misto de coquetel e banquete de emoções, surge a vida e tudo que dela se extrai de essência essencial que se irradia ao universo, numa energia que o alegra...
domingo, 1 de maio de 2011
e-e-
Orbitas em meu espaço.
Há uma força que nos enlaça
e reluta da proximidade,
e se dilui inversamente
ao quadrado da distância.
Véns coloquialmente
conspirar da minha
fétida diáfano.
Em minha obscuridade
emerges da abóbada
superior, tremeluzir
numa tentativa de
infundir fótons
que se reflete em
tua superfície.
Os raios que te insurge
inviolavelmente
declinam timidamente
sobre minha concupiscência
Elaborando uma seiva
malgrada do Astro Rei
que te afliges.
Há uma força que nos enlaça
e reluta da proximidade,
e se dilui inversamente
ao quadrado da distância.
Véns coloquialmente
conspirar da minha
fétida diáfano.
Em minha obscuridade
emerges da abóbada
superior, tremeluzir
numa tentativa de
infundir fótons
que se reflete em
tua superfície.
Os raios que te insurge
inviolavelmente
declinam timidamente
sobre minha concupiscência
Elaborando uma seiva
malgrada do Astro Rei
que te afliges.
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