Tempo a Tempo.
Tempo perdido.
Tempo encolhido,
transformado em
fumaça.
Num simples,
toque de mágica,
toque de mágoa,
que macula a
alma
domingo, 3 de junho de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Depressão
Perambulas pelas ruas,
sem rumo, sem direção.
Teu quarto é a prisão profunda,
povoada de alucinações.
Fantasmas se divertem,
zombam de tua emoção.
Do passado, do presente,
emergem com prontidão.
E bebem teu sangue em taças,
com grande satisfação.
Tua súplica vacilante,
não tem eco, não tem noção.
Em vão se busca ajuda,
e não tem consolação.
Sozinho na noite escura,
caminhas por obrigação,
sem contenda e a perigo,
rumo a tua destruição.
O inferno é a mais valia,
é o ponto de culminação.
Teu céu é a desgraça,
lugar de sublimação.
A espada da vitória,
cravada na pedra do
teu coração,
Impede o prumo, a glória,
a tua realização.
A química que tu ingeres,
é o veneno que te catequisa,
te obriga, faz divisão.
Por um lado te exaltisa,
por outro robotização.
Segues no mundo
como um trapo,
sem rumo, sem laço,
até o dia da redenção.
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Luzir na alma
Vago no silêncio da madrugada
a procurar a lembrança, resquicios
de tua essência
Teu perfume, teu halo
teu vulto, como a um fantásma
De olhos fechados, imerso
dentro de uma escuridão interior
Borbulham recordações estacatas
lampejos de momentos raros,
relicário da alma
E neste bombardeio fugente
tenta-se saciar das pequenas gotas
Invadido de tal estado imediato
estatico, congelado para o mundo
Em vão tenta-se destilar a saiva
que do passado emerge e neste
permanesce involuntário
a procurar a lembrança, resquicios
de tua essência
Teu perfume, teu halo
teu vulto, como a um fantásma
De olhos fechados, imerso
dentro de uma escuridão interior
Borbulham recordações estacatas
lampejos de momentos raros,
relicário da alma
E neste bombardeio fugente
tenta-se saciar das pequenas gotas
Invadido de tal estado imediato
estatico, congelado para o mundo
Em vão tenta-se destilar a saiva
que do passado emerge e neste
permanesce involuntário
terça-feira, 27 de março de 2012
Métrica
Pisa na cama
pisa a cama
Pisa na cama
pisa a cama
Pisa na cama
pisa a cama
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Pisa na cama
pisa a cama
Pisa na cama
pisa a cama
Pisa na cama
pisa a cama
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
Wap, Zap, no correio
terça-feira, 20 de março de 2012
O Parque
No Parque...
A vida...
O parque da vida.
Calderão de emoções
mistura de duas porções
posições, ações...
Pura sensações.
De olhares em festa
Vozes trocadas,
semeadas ao vento
suave, brisa de verão.
Corpos que se aproximam
num afago...
Cuidado com a essência
do outro.
Num comtemplar o
universo proximo
ao nosso redor
E a fogueria de emoções
e sentimentos nos incendeiam
e irradiam nas imediações
flutuantes, fazendo tudo
ter sentido...
E todo parque Orquestra
para nós..
A vida...
O parque da vida.
Calderão de emoções
mistura de duas porções
posições, ações...
Pura sensações.
De olhares em festa
Vozes trocadas,
semeadas ao vento
suave, brisa de verão.
Corpos que se aproximam
num afago...
Cuidado com a essência
do outro.
Num comtemplar o
universo proximo
ao nosso redor
E a fogueria de emoções
e sentimentos nos incendeiam
e irradiam nas imediações
flutuantes, fazendo tudo
ter sentido...
E todo parque Orquestra
para nós..
terça-feira, 13 de março de 2012
Caminhar
Símbolos perdidos
insignia da devoção
castelo em ruinas
Ouro de tolo
soprado ao vento
pulverizado
Marcha da solidão
em tons de cinza
vulcanizam as paisagens
na alma
E a escuridão
se faz presente
É preciso caminhar
mesmo que devagar
Em busca da luz
que insiste em silenciar
insignia da devoção
castelo em ruinas
Ouro de tolo
soprado ao vento
pulverizado
Marcha da solidão
em tons de cinza
vulcanizam as paisagens
na alma
E a escuridão
se faz presente
É preciso caminhar
mesmo que devagar
Em busca da luz
que insiste em silenciar
Assinar:
Postagens (Atom)


