fonte: http://goo.gl/Vqls2
Versos mal toados
Alcançaram a areia branca
Sem perfume ou constância
Me despe, sem bonança.
Cavo, cavo o fundo da alma
a procurar tal quietude.
Sombras da noite turva
emudecê, afinge, escalpa.
Do lírio todo fel traz.
capataz de tempos atrás.
Amordaça ainda meus Ás
Diviso indevido.
interiormente dois Universos
se reveliam, se despedem
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Desavir-se

fonte: http://goo.gl/YFID1
fonte: http://goo.gl/xfSvE
Brigas e discurssões
O diálogo causa alucinações.
Cada qual quer mostrar
que sua verdade é a real.
Há um querer e um não querer.
E o não querer tem que vencer
e se tornar condição para se viver.
É preciso sofrer o que for preciso.
É preciso morrer, o jaz morrido.
É preciso querer o que não
era querido.
É preciso fazer o que não
era fazido.
É preciso dever o que não
era devido.
É preciso tecer o que não
era tecido.
É preciso viver o que não
era vivido.
Tempo
Assim o tempo avança e alcança
minha indócil quietude.
E numa tentativa de desespero,
me esqueço e adormeço.
fonte: http://goo.gl/WhlcK
Trégua ao meu corpo e mente
que o veneno ausente de bondades
me detém.
Para ao amanhecer uma nova luta tecer,
até que um dia possa me vencer
e esquecer do que fui.
fonte: http://goo.gl/ZA5Rz
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Terra Ronca
foto: Evaldo dos Santos Silva
Terra Ronca
Geo...
Tuas superfícies,
Serras, encerras,
em teus seios,
os veios que realimentam.
Em teu útero acolhe teus filhos,
e os acolhe de paz e serenidade,
qual mãe solícita.
Há uma beleza inefável,
que nos transcende,
e nos iguala,
e irmana com o universo.
Há um mistério em tuas entranhas,
dolomíticos, calcíticos, silícico e
arenoso.
Aqua que canaliza
as vicitudes orgânicas
de teu interior.
Terra Ronca
Geo...
Tuas superfícies,
Serras, encerras,
em teus seios,
os veios que realimentam.
Em teu útero acolhe teus filhos,
e os acolhe de paz e serenidade,
qual mãe solícita.
Há uma beleza inefável,
que nos transcende,
e nos iguala,
e irmana com o universo.
Há um mistério em tuas entranhas,
dolomíticos, calcíticos, silícico e
arenoso.
Aqua que canaliza
as vicitudes orgânicas
de teu interior.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Suiá
fonte: http://goo.gl/tyBM9
Suiá abatê açu
Airomã aisó
Anauê Aiyrá aran
Ipê peba
Cunhã poranga
Iandê cunhataí potira
Tradução
Suiá, Pessoa boa de cabelo forte longo
Estrela D'alva formosa
Salve filha do Sol
Lua branca
Fêmea bela
Você menina flor
Obs: Escrito em Tupí Guaraní
Suiá abatê açu
Airomã aisó
Anauê Aiyrá aran
Ipê peba
Cunhã poranga
Iandê cunhataí potira
Tradução
Suiá, Pessoa boa de cabelo forte longo
Estrela D'alva formosa
Salve filha do Sol
Lua branca
Fêmea bela
Você menina flor
Obs: Escrito em Tupí Guaraní
sábado, 1 de setembro de 2012
Corpo de Mulher
Mulher
teu corpo, abismo profundo
regalo existencial do homem
Oceano em que deságua meu rio
Espelho de minh'alma
Grande, resoluto, timbaleiro
Rufo do coração
Mulher, teu corpo
imenso banquete,
viço reciclavel da paixão
(jonas silva 01/set/12)
fonte:http://goo.gl/NJn7U
teu corpo, abismo profundo
regalo existencial do homem
Oceano em que deságua meu rio
Espelho de minh'alma
Grande, resoluto, timbaleiro
Rufo do coração
Mulher, teu corpo
imenso banquete,
viço reciclavel da paixão
(jonas silva 01/set/12)
fonte:http://goo.gl/NJn7U
Seios
Os Seios
insígnia da beleza feminina
desnudo, a vista
escandalo para uma sociedade hipócrita
desnudo, uno, baluarte da vida
nutrida na fragilidade de um bebê
Seios, desígnio de destino
princípio da humanidade
Seios é bom tê-los,
vê-los como prelúdio da alacridade
Seios, Oh seios
Zénite da mulher
(Jonas Silva, 01/Set/2012)
fonte: http://goo.gl/bLffQ
insígnia da beleza feminina
desnudo, a vista
escandalo para uma sociedade hipócrita
desnudo, uno, baluarte da vida
nutrida na fragilidade de um bebê
Seios, desígnio de destino
princípio da humanidade
Seios é bom tê-los,
vê-los como prelúdio da alacridade
Seios, Oh seios
Zénite da mulher
(Jonas Silva, 01/Set/2012)
fonte: http://goo.gl/bLffQ
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