No silêncio da noite
tua voz ressoa. É
o açoite que acalenta
minha alma.
Envolto nesta silente
chama, viso teu halo
a preencher meus
espaços.
Inflama meus anseios
de fundir-me na bruma
da paixão.
Sublimo os anseios
de tuas ancas
explode em larvas
de mil vulcões
em meu antro
perene.
Te perpetuo
nos laivos de minha
derme.
E me consomes
de fora pra dentro.
De dentro pra
fora.
terça-feira, 29 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Essência de Mulher
Algo te constitui mulher
além das fronteiras do teu ser.
Mais que tuas formas curvilínea,
que qual prisma explode em
multicores e matizes,
revelando suas sutilezas.
Algo te constitui mulher
mais que um toque
de olhar que pronuncias.
O charme que lanças
manto que envolve a
alma.
Mais que teu espectro
que passa desfilando
numa cadência
hipnotizante.
Tua essência mulher,
ternura inefável,
que tece a vida
no fundo de teu ser.
Anjo que derrama tua
essência sobre
aqueles que amas.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Black Swan
terça-feira, 1 de março de 2011
Poesia
Poesia Minha
Poesia via de
paixões e emoções.
Poesia, triste dia
em que desaparecia,
de minhas inspirações.
Poesia minha,
fia, das entranhas
do escritor.
Poesia, Ó Poesia,
por que repudias
a minha infeliz
alegria?
Poesia, dolce Poesia
que roubas parte
de mim, ao te
fazer caligrafia.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
JPE 17
Dos desejos, o teu desejo
puras rosas e rolhas
como fortaleza.
Por que me roubas
os meus devaneios?
Quando súplico de
desejo e quero
revelar-te através
de meus escritos.
Brilho suave e toque
inefável, de pontas
de dedos sobre
a tua pele.
puras rosas e rolhas
como fortaleza.
Por que me roubas
os meus devaneios?
Quando súplico de
desejo e quero
revelar-te através
de meus escritos.
Brilho suave e toque
inefável, de pontas
de dedos sobre
a tua pele.
Sobre a Sandra
Sandra sobre a sombra
Sombra sobre a Sandra
Sandra sombra sobre
Sobre sombra Sandra
Sobre Sandra á sombra
Sombra Sandra sobre
Sombra, sombra, sombra
Sandra, Sandra, Sandra
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ensaio
Onde estais assim amuada
Corpo travado, cara amarrada.
Brilho na noite de teus olhos
cintila.
Teus lábios entre abertos
caminho certo, gozo que
se inicia.
Carícia permanente no teu
manto quente.
Relevo no qual se delicia.
Solta as amarras de tua alma.
Defundi tua essência no ar.
Me envolve com teu extrato
A cama é o castelo de se
Amar
Corpo travado, cara amarrada.
Brilho na noite de teus olhos
cintila.
Teus lábios entre abertos
caminho certo, gozo que
se inicia.
Carícia permanente no teu
manto quente.
Relevo no qual se delicia.
Solta as amarras de tua alma.
Defundi tua essência no ar.
Me envolve com teu extrato
A cama é o castelo de se
Amar
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